Um assunto que tomou conta da
imprensa brasileira e mundial foi que o governo americano gostaria de tratar
com SOPA os excessos nos serviços de compartilhamento da internet. É estranho
pensar que os donos do MEGAUPLOAD estão milionários com essa prática pouco
desportiva de distribuição de mídia,
trazendo a tona uma discussão que vai desde a repressão total, a liberação indiscriminada, passando por um
meio termo conciliador. Mas que meio termo? Um que permaneceu incólume as
medidas foi o The Pirate Bay (TPB), que não ficou um segundo sequer fora do ar
e ainda publicou uma mensagem de rebeldia, se dizendo eternamente um revolucionário
resistente ao clima pouco favorável para as redes p2p.
É bem verdade que o TPB tem uma
filosofia clara, no entanto menos descarada que o MEGAUPLOAD – mas parar esses
sites é como matar uma barata que já gerou 20 mil filhotes para prosseguir com a
horda.
No caso do Brasil já tivemos um
projeto de lei para coibir ações desse tipo, que em virtude de seus exageros
caiu no esquecimento. Felicidade essa nossa de não viver em ambientes
cruelmente restritivos como China, Coréia do Norte ou Irã. A internet nasceu
livre, e assim deve permanecer, os eventuais exageros devem ser coibidos, mas
restringir pura e simplesmente não resolveria.

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